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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Balneário romano da Egitânia. Um filme de horror

 Infelizmente por estas bandas a proteção dos bens arqueológicos classificados e por classificar estão como as imagens reportam. Há dinheiro para publicidade e festas, não há para acautelar a herança dos nossos antepassados. Não há dinheiro para a construção de um local digno para a apresentação e guarda dos milhares de objetos aparecidos nas escavações e por acaso. Entretanto a casa da família Marrocos que seria o local ideal para isso degrada-se, esperando um dia ser hotel.
Eis pois as imagens possíveis do balneário escavado no início dos anos 60 do século passado por Fernando de Almeida e Octávio da Veiga Ferreira.




quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Limpeza e saúde pública é em Idanha-a-Velha

 Bem perto da ponte sobre o rio Ponsul deparamos com este triste espetáculo. O contentor foi despejado e atirado contra a árvore, o resto lá ficou à espera que os animais o espalhem. Nota negativa para quem o colocou e especialmente para os diligentes funcionários que apenas têm como dever recolher o lixo que se encontra nos contentores.
 Um pouco mais à frente deparamos com a bonita ponte a precisar de uma boa limpeza. Até árvores já estão bem adiantadas.

 Na estrada do cemitério vejo que o problema de esgoto a céu aberto se mantém desde Setembro do ano passado. O cheiro é magnífico, decididamente é só "qualidade de vida".
 Na curva do Museu à entrada da aldeia a limpeza é magnífica....
A cereja em cima do bolo no Largo da Amoreira, e sobre a qual nem preciso de ser irónico...
É só qualidade de vida na nossa aldeia...

sábado, 22 de junho de 2013

Pormenores arquitectónicos da Casa Marrocos em Idanha-a-Velha

 Apenas para afiar o apetite, mostro duas obras de arte de cantaria presentes no palácio da família Marrocos em Idanha-a-Velha. Não é obra muito antiga (tem bastante menos de 100 anos), mas é muito perfeita e elucidativa de como os canteiros regionais eram uns mestres de topo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Partido Socialista esqueceu-se de Idanha-a-Velha

Os habitantes de Idanha-a-Velha foram esquecidos na lista do Partido Socialista que vai concorrer ás próximas eleições autárquicas a ser verdade a notícia publicada no semanário Reconquista. Não há dúvida que começamos bem e por esta podemos antever o género de tratamento que iremos ter.
Para quem não saiba a nova freguesia que engloba Monsanto da Beira e Idanha-a-Velha foi publicitada em Diário da República com data de 28 de Janeiro de 2013 e denomina-se União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha, porém face à prática que desde logo se vê, que se chame só freguesia de Monsanto.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Passeadouro modernista na muralha da Civitas Igaeditanorum

 Apresento um troço da muralha de Idanha-a-Velha com o seu passeadouro "pós-moderno". Em meu modesto "entender" há demasiado ferro a abafar o elemento patrimonial, embora seja funcional e acessível a pessoas com problemas locomotores suaves. O reverso da medalha é a sua conservação. Há grelhas a necessitar de serem invertidas, outras melhor apertadas e quase sempre há lixo por baixo. Mas o problema maior é sentido pelas senhoras portadoras de sapatos com saltos.
A sério que já me habituei à "linha do comboio" como é conhecido este equipamento cá na terra, mas sempre acho que seria possível uma solução menos agressiva ao monumento, menos cara e mais bonita.






segunda-feira, 13 de maio de 2013

Elementos arquitectónicos roubados no Museu Lapidar Egeditano

A roubalheira continua. Os gatunos sentem a falta de força e de meios das autoridades e aproveitam para roubar tudo o que possa valer algum "pataco". O caso mais recente em Idanha-a-Velha foram os dois pinocos da singela escadaria do antigo "Museu Lapidar Egeditano". Dos quatro existentes só resiste um. Um deles foi vandalizado em resultado de uma bebedeira, os outros dois sagazmente surripados pela calada da noite a semana passada. O resultado é o que as fotos documentam. Na mesma altura desapareceu uma pia numa antiga furda não muito longe deste local.
Não sei onde vamos chegar por este passo. Já há quem tenha as caçadeiras em posição para defender o que é seu e lhe custou a ganhar com muito trabalho e sacrificio. Ponham a ASAE a fiscalizar certas carrinhas que cruzam as estradas de noite, e até de dia, e não tenham medo de de as mandar parar e revistar e depois façam pesar sobre os meliantes a força da Lei. Sim porque actuar sobre gente de bem é fácil, dominar os criminosos já é outra música.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Marco de limite de freguesia


Num recente passeio campestre deparamos com um marco que delimita as freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha. Já são poucos os que existem, pois aqueles que se situavam perto de estradas e caminhos têm sido roubados para irem adornar jardins particulares ou para negócio. A partir das próximas eleições autárquicas, estes malhões, que actualmente dividem as duas freguesias perdem o seu significado, o que fará com que os que resistem sejam objecto de activa procura por parte dos "buscadores" de pedras. Sendo assim, e porque não resistem muitos, seria de todo o interesse que se fizesse a recolha dos mesmos, pois são marcos da história das duas freguesias e do concelho idanhense. Á priori sei que nada vai ser feito, há mesmo quem queira deliberadamente branquear a história idanhense resumindo-a a meia dúzia de factos que cada vez mais estão sendo deturpados. Para alguns a história do concelho podia resumir-se á Senhora do Almurtão, à Pascoa e sua envolvência, às fantasias imaginárias sobre Idanha-a-Velha, a Penha Garcia e pouco mais, pois até Monsanto deixou de ter valor simbólico e uma antena monstruosa sobrepôs-se ao encanto e envolvência daquela que seria a aldeia portuguesa de Portugal.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Foi limpeza rápida, mas está bem melhor


Pelo menos as silvas e algum lixo já foram retirados do quintal da casa quinhentista que se situa nas imediações da Sé Catedral de Idanha-a-Velha. Ainda lá está depositado imenso lixo, mas, convenhamos, está bem melhor agora. Já se veem bem os dois portados quinhentistas que as silvas tapavam totalmente. Assim sendo apressei-me a tirar esta foto, pois daqui a algum tempo, e Deus queira que me engane, já estarão tapados pelas infestantes. Ás vezes pergunto-me se, no tempo das "vacas gordas" das Aldeias Históricas nunca houve uns míseros contos para adquirir ou expropriar esta casa para evitar o que por ora nos transmitem as imagens. Tanto dinheiro mal gasto, cinco telhados teve a catedral, casas em que foram feitas intervenções aberrantes e escusadas; fachadas só intervencionadas nos relatórios com os respectivos custos. Enfim, ao fim de tanta recuperação ainda temos jóias destas. Está por fazer uma auditoria aos dinheiros gastos  em Idanha-a-Velha, mas esta sugestão é pura e simplesmente posta fora de causa. Mas não só uma auditoria aos papéis, teria que se ir ao terreno confirmar os mesmos. Há por aí muitos engenheiros contabilísticos.

domingo, 31 de março de 2013

Custa a acreditar em tanta incúria

O domingo de Páscoa está chuvoso por Idanha-a-Velha. O tempo não convida a passeios, ao contrário do dia de ontem, em que o sol convidava as pessoas a sairem de suas casas e aproveitar o "Sol divino". Foram centenas de visitantes que se deslocaram a visitar a nossa mui estimada aldeia. Infelizmente levaram uma triste recordação da mesma pois foram-lhes deparadas situações que noutro local, com esta visibilidade, seriam rapidamente sanadas. Assim para além da lixeira a céu aberta documentada em post anterior, as bermas da estrada que conduz do cruzamento à aldeia são autenticas selvas de ervas que cobrem inclusivé os bancos de granito que lá colocaram para o viajante descansar e apreciar a paisagem. Ao visitar a ponte dita de "romana" depara-se-lhe a poucos metros uma rotura na rede de esgotos de onde sai para além da porcaria um "delicioso" cheiro que deixa toda a gente bem disposta. E já ocorre esta situação há já alguns dias. Os cães continuam a deixar presentes nos sítios mais relevantes. Há lixo acumulado um pouco por todo o lado especialmente atrás dos muros, nos cantos, debaixo das placas de visita da muralha e erva com fartura por tudo quanto é quelha e rua. A iluminação pública acende quase "a meio da noite" e parte dela está fundida.
Por fim, os filhos da terra primaram pela ausência. Será da crise? Se calhar de valores...

sábado, 23 de março de 2013

E o lixo continua lá....

 Já há muitas "luas" que venho denunciando a existência de uma lixeira mesmo no centro da aldeia histórica de Idanha-a-Velha. Tal acção não tem surtido qualquer efeito e há anos que o lixo e as silvas vão engolindo a casa manuelina.
Mas de repente a solução foi arranjada, colocaram dois painéis proibindo o vazamento de lixo e parece que o problema foi resolvido. O lixo pelos seus próprios meios deve sumir-se.
Concordo plenamente com a afixação destes avisos, mas acho que as placas só lá deveriam ser afixadas quando a zona estivesse limpa.
Como estamos numa maré de recados, quero também alertar para denunciar a presença de cães na via pública a fazerem as suas necessidades sem que os respectivos donos limpem como está previsto por Lei, para além de que quando aparecem turistas se juntam e ladram aos mesmos, havendo um deles que até já se especializou em "filar" turistas, leia-se morder.
Com a insensibilidade da nossa Junta de Freguesia para estas "coisas" e estando a Câmara longe e mal informada, sou obrigado a de quando em vez enviar estes recados por este meio, para não cairem em saco roto.
Deliciem-se com as imagens, não vão dizer que é mentira.



quinta-feira, 7 de março de 2013

"Sarração" da velha na Idanha, a Velha, claro!

 
A noite de ontem foi consagrada á "sarração" da velha. Esta tradição estranha, que nem sequer está documentada na "Etnografia de Idanha-a-Velha", livro saído no principio dos anos 70 do século passado, ocorre a meio da Quaresma, quando esta se parte ao meio. Já esteve suspensa alguns anos, mas graças à carolice do Carlos Fernandes Mendes e doTonho Alberto ressuscitou há alguns anos atrás. Tal como hoje é feita, tem alguns pormenores de inovação, mas foi preciso adaptar este evento aos dias do hoje. Faz falta um estudo sobre este fenómeno que apenas ocorre em Idanha-a-Velha, dentro do concelho da Idanha.
A foto representa o evento do ano transacto e foi "rapinada" da agenda municipal dos mistérios pascais.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Património judaico. Mito ou realidade?

"É tempo de fazer história. Hoje na aldeia histórica de Idanha-a-Velha vai ser apresentado o novo projeto das Aldeias Históricas de Portugal e Valorização do Património Judaico. Um dia para divulgar o grande potencial de um destino turístico único no mundo."

Ante tal aparato gostaria de saber. Afinal onde está o Património Judaico nas Aldeias Históricas? Já agora onde está tal Património em Idanha-a-Velha? Haverá um Património assumidamente Judaico? Onde? Ou eu estou tremendamente confuso, ou há por aí muita gente a gerar confusões e a confundir. E nem sequer me venham dizer que as cruzes gravadas nas pedras das portas são judaicas, nem que as casas com balcões também. Como as coisas estão a correr qualquer dia é tudo património alienigena. Já faltou mais, basta ver o Canal História na TV por cabo. Estamos a um passo.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Roteiro de Idanha-a-Velha

Está disponível na página das Aldeias históricas, para download, a 1ª edição do roteiro da aldeia histórica de Idanha-a-Velha, datado de 2002 e da autoria de José Cristóvão. Relembramos que foi editada uma segunda edição revista em 2008 que trouxe algumas melhorias. Não se podem pois queixar de não haver um roteiro de Idanha-a-Velha. Até que tem muita qualidade.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Idanha-a-Velha em 1903

Nunca é demais rever esta fotografia de Idanha-a-Velha, da autoria de Francisco  Tavares de Proença Júnior em 1903, inserida no livro "Arqueologia: colecções de Francisco Tavares Proença Júnior" editado em Castelo Branco em 2004.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Carta arqueológica da freguesia de Idanha-a-Velha

Faz este ano 15 anos que foi editada a "Carta Arqueológica da freguesia de Idanha-a-Velha" da minha autoria. Não teve honras de "portos de honra", "leitão no espeto" ou qualquer cerimónia. Como foi elaborada ao longo de 12 anos, sem muito ruído, assim veio para o público, sem ruídos. A edição não teve muita qualidade, sempre achei que a informação seria o mais importante. Passado todo este tempo ainda possui muita actualidade pois acima de tudo a seriedade com que foi escrita confere-lhe isso mesmo. Sou de opinião de que foi pouco divulgada e muitas das vezes ignorada, mas isso já não é problema meu. Para relembrar esta singela publicação e torná-la acessível de todos decidi colocar aqui o caminho para a mesma no Repositório Cientìfico do Instituto Politécnico de Castelo Branco. 
Para que a história não tenha lapsos de memória.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A envolvência do forum dos Aegitanos não se recomenda

 É com profundo pesar que mais uma vez mostro imagens pouco dignas da Civitas Igaeditanorum. Como poderam aperceber-se é uma ruína pegada o que acontece à volta do recinto romano. Embora os telhados tenham ruído e as paredes já tivessem melhores dias, pura e simplesmente os responsáveis da estação arqueológica votam esta ao mais completo abandono. Por amor de Deus é doloroso ouvir os turistas, especialmente os espanhóis, tecerem comentários depreciativos da Egitania, alguns riem, embora não compreenda a razão de tal risota. O minimo que se pede é que o espaço envolvente ao forum esteja limpo. Invocar que se trata de propriedade privada não é razão. É apenas razão para nada se fazer. Por favor há meios humanos e não são precisos meios financeiros para dar uma imagem limpa. Actuem e façam alguma coisa pela Civitas Igaeditanorum, pois ela e o património arqueológico raiano são o suporte dos vossos postos de trabalho. ACORDEM......





sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Lixo em exposição pública

Há já quase um mês que se apagaram as fogueiras do Natal, mas infelizmente o que sobrou das mesmas continua à espera de ser recolhido. A imagem é de Idanha-a-Velha, mas em Alcafozes as cinzas e o lixo também marcam presença. Perguntamos porquê. Será por falta de pessoal afecto à Juntas de Freguesia ou à Câmara Municipal? Há três ou quatro anos, aquando da minha perene passagem pela Junta de Freguesia de Idanha-a-Velha fui enxovalhado em praça pública por a cinza estar no mesmo sitio e ainda não havia passado tanto tempo. E agora? Na altura não tinha pessoal de limpeza ao serviço, o que não se passa agora, pois as duas entidades autárquicas possuem cantoneiros de limpeza em permanência na freguesia.
Será que estão à espera que seja eu a limpar??? Só faltava mais esta.