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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Elementos arquitectónicos roubados no Museu Lapidar Egeditano

A roubalheira continua. Os gatunos sentem a falta de força e de meios das autoridades e aproveitam para roubar tudo o que possa valer algum "pataco". O caso mais recente em Idanha-a-Velha foram os dois pinocos da singela escadaria do antigo "Museu Lapidar Egeditano". Dos quatro existentes só resiste um. Um deles foi vandalizado em resultado de uma bebedeira, os outros dois sagazmente surripados pela calada da noite a semana passada. O resultado é o que as fotos documentam. Na mesma altura desapareceu uma pia numa antiga furda não muito longe deste local.
Não sei onde vamos chegar por este passo. Já há quem tenha as caçadeiras em posição para defender o que é seu e lhe custou a ganhar com muito trabalho e sacrificio. Ponham a ASAE a fiscalizar certas carrinhas que cruzam as estradas de noite, e até de dia, e não tenham medo de de as mandar parar e revistar e depois façam pesar sobre os meliantes a força da Lei. Sim porque actuar sobre gente de bem é fácil, dominar os criminosos já é outra música.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Marco de limite de freguesia


Num recente passeio campestre deparamos com um marco que delimita as freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha. Já são poucos os que existem, pois aqueles que se situavam perto de estradas e caminhos têm sido roubados para irem adornar jardins particulares ou para negócio. A partir das próximas eleições autárquicas, estes malhões, que actualmente dividem as duas freguesias perdem o seu significado, o que fará com que os que resistem sejam objecto de activa procura por parte dos "buscadores" de pedras. Sendo assim, e porque não resistem muitos, seria de todo o interesse que se fizesse a recolha dos mesmos, pois são marcos da história das duas freguesias e do concelho idanhense. Á priori sei que nada vai ser feito, há mesmo quem queira deliberadamente branquear a história idanhense resumindo-a a meia dúzia de factos que cada vez mais estão sendo deturpados. Para alguns a história do concelho podia resumir-se á Senhora do Almurtão, à Pascoa e sua envolvência, às fantasias imaginárias sobre Idanha-a-Velha, a Penha Garcia e pouco mais, pois até Monsanto deixou de ter valor simbólico e uma antena monstruosa sobrepôs-se ao encanto e envolvência daquela que seria a aldeia portuguesa de Portugal.